
Antropofagia e Pau-Brasil: nacionalismo crítico
Atividade 11 questões 50 min
(EM13LP03) Analisar relações de intertextualidade e interdiscursividade que permitam a explicitação de relações dialógicas, a identificação de posicionamentos ou de perspectivas, a compreensão de paráfrases, paródias e estilizações, entre outras possibilidades.
Leia a primeira estrofe da "Canção do exílio" (1843), de Gonçalves Dias.
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Produza uma paródia de 4 a 8 versos dessa estrofe, tratando de um problema ou de uma característica atual da sua cidade ou do seu bairro. Depois, em duas ou três linhas, explique que elementos do original você manteve e qual efeito crítico ou humorístico pretendeu criar.
Leia a primeira estrofe da "Canção do exílio", de Gonçalves Dias.
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Um estudante escreveu: "Minha terra tem antenas, / onde pousa o urubu; / os ônibus que aqui circulam / não circulam como em Bauru." O texto do estudante é
No fim dos anos 1960, o movimento tropicalista, de Caetano Veloso e Gilberto Gil, retomou explicitamente as ideias de Oswald de Andrade, misturando guitarra elétrica, ritmos nordestinos, referências da cultura de massa e da tradição. Essa retomada mostra que
Nas telas da chamada fase Pau-Brasil (anos 1920), Tarsila do Amaral pintou paisagens do interior e da cidade com formas geométricas simplificadas e cores que ela chamou de "caipiras", como rosas e azuis vivos. Essas obras realizam, na pintura, o projeto modernista de
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