Filosofia latino-americana: colonialidade e libertação
Atividade 11 questões 55 min
(EM13CHS105) Identificar, contextualizar e criticar tipologias evolutivas (populações nômades e sedentárias, entre outras) e oposições dicotômicas (cidade/campo, cultura/ natureza, civilizados/bárbaros, razão/emoção, material/virtual etc.), explicitando suas ambiguidades.
Atividade 11 questões 55 min

Simulado 12 questões 70 min

Atividade 10 questões 50 min

Atividade 10 questões 50 min

Atividade 10 questões 50 min

Atividade 9 questões 50 min

Atividade 11 questões 50 min

Atividade 11 questões 50 min

Atividade 10 questões 50 min
Descreva uma situação do cotidiano brasileiro em que há uma atitude etnocêntrica (por exemplo, preconceito contra sotaques regionais, contra estilos musicais, contra religiões ou contra hábitos de outros povos). Em seguida: a) explique por que a atitude é etnocêntrica; b) mostre como o relativismo cultural ajudaria a compreender a situação; c) discuta se o relativismo cultural tem limites, apresentando sua posição com argumentos.
Muitos livros antigos falavam em "descobrimento do Brasil" em 1500. Hoje, muitos historiadores e o movimento indígena preferem expressões como "chegada dos portugueses" ou "invasão". A mudança de termos se justifica porque:
As festas juninas brasileiras reúnem elementos de origem europeia (os santos católicos e as fogueiras), alimentos de origem indígena e africana (milho, mandioca, amendoim) e danças com influências rurais diversas. Esse exemplo ilustra:
Em Raça e história (1952), escrito a pedido da Unesco, Claude Lévi-Strauss argumenta que, ao chamar outros povos de bárbaros, o observador revela a própria atitude de exclusão. Para ele, a diversidade cultural deve ser vista como:
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC). Base de dados: bncc.dev, mantido pela Profy, licença CC BY 4.0.