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Língua Portuguesa1º ao 5º anoEnsino Fundamental

EF15LP15

(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade.

Texto oficial da BNCC 2018, página 99 do documento do MEC.
Prática de linguagem
Leitura/escuta (compartilhada e autônoma)
Objetos de conhecimento
Formação do leitor literário
Campos de atuação
Campo artístico-literário
Componente
Língua Portuguesa

Atividades e provas para a habilidade EF15LP15

Mais de Língua Portuguesa do 1º ano

66 questões no banco para EF15LP15

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  1. Leia a fábula.

    O tatu apressado

    Na beira do rio, morava um tatu que se gabava de cavar mais depressa do que qualquer bicho da mata.

    — Em um minuto, faço uma toca nova! — dizia, estufando o peito.

    Certa tarde, a coruja, que tudo observava do alto da paineira, avisou:

    — Amigo tatu, as nuvens estão pesadas lá na serra. Logo o rio vai subir. Cave sua toca no alto do morro.

    O tatu riu:

    — Subir o morro? Que preguiça! Aqui a terra é mole e eu termino rapidinho.

    E cavou a toca bem na margem, em poucos minutos. À noite, a chuva veio forte, o rio encheu e a água invadiu a toca. O tatu saiu correndo, molhado e tremendo, e só encontrou abrigo no oco de uma árvore, no alto do morro. Lá de cima, a coruja piscou para ele, sem dizer nada.

    Moral: fazer depressa não é o mesmo que fazer bem.

    Imagine que o tatu tivesse escutado o conselho da coruja. Reescreva o final da fábula a partir da fala "O tatu riu", contando o que aconteceria. Depois, crie uma nova moral para a sua versão.

  2. Leia a fábula.

    O tatu apressado

    Na beira do rio, morava um tatu que se gabava de cavar mais depressa do que qualquer bicho da mata.

    — Em um minuto, faço uma toca nova! — dizia, estufando o peito.

    Certa tarde, a coruja, que tudo observava do alto da paineira, avisou:

    — Amigo tatu, as nuvens estão pesadas lá na serra. Logo o rio vai subir. Cave sua toca no alto do morro.

    O tatu riu:

    — Subir o morro? Que preguiça! Aqui a terra é mole e eu termino rapidinho.

    E cavou a toca bem na margem, em poucos minutos. À noite, a chuva veio forte, o rio encheu e a água invadiu a toca. O tatu saiu correndo, molhado e tremendo, e só encontrou abrigo no oco de uma árvore, no alto do morro. Lá de cima, a coruja piscou para ele, sem dizer nada.

    Moral: fazer depressa não é o mesmo que fazer bem.

    Avalie a afirmação: a resolução do conflito acontece quando o tatu encontra abrigo no alto do morro.

    (   ) Verdadeiro   (   ) Falso

  3. Leia a fábula.

    O tatu apressado

    Na beira do rio, morava um tatu que se gabava de cavar mais depressa do que qualquer bicho da mata.

    — Em um minuto, faço uma toca nova! — dizia, estufando o peito.

    Certa tarde, a coruja, que tudo observava do alto da paineira, avisou:

    — Amigo tatu, as nuvens estão pesadas lá na serra. Logo o rio vai subir. Cave sua toca no alto do morro.

    O tatu riu:

    — Subir o morro? Que preguiça! Aqui a terra é mole e eu termino rapidinho.

    E cavou a toca bem na margem, em poucos minutos. À noite, a chuva veio forte, o rio encheu e a água invadiu a toca. O tatu saiu correndo, molhado e tremendo, e só encontrou abrigo no oco de uma árvore, no alto do morro. Lá de cima, a coruja piscou para ele, sem dizer nada.

    Moral: fazer depressa não é o mesmo que fazer bem.

    A moral "fazer depressa não é o mesmo que fazer bem" quer dizer que:

    1. Quem trabalha devagar nunca termina o que começa.
    2. Os animais pequenos são mais espertos que os grandes.
    3. Agir rápido demais, sem pensar, pode trazer muitos problemas.
    4. É sempre melhor fazer as tarefas o mais rápido possível.
  4. Leia a fábula.

    O tatu apressado

    Na beira do rio, morava um tatu que se gabava de cavar mais depressa do que qualquer bicho da mata.

    — Em um minuto, faço uma toca nova! — dizia, estufando o peito.

    Certa tarde, a coruja, que tudo observava do alto da paineira, avisou:

    — Amigo tatu, as nuvens estão pesadas lá na serra. Logo o rio vai subir. Cave sua toca no alto do morro.

    O tatu riu:

    — Subir o morro? Que preguiça! Aqui a terra é mole e eu termino rapidinho.

    E cavou a toca bem na margem, em poucos minutos. À noite, a chuva veio forte, o rio encheu e a água invadiu a toca. O tatu saiu correndo, molhado e tremendo, e só encontrou abrigo no oco de uma árvore, no alto do morro. Lá de cima, a coruja piscou para ele, sem dizer nada.

    Moral: fazer depressa não é o mesmo que fazer bem.

    Por que a coruja "piscou para ele, sem dizer nada" no final?

    1. Porque a coruja estava com sono e quase dormindo.
    2. Porque o próprio tatu já tinha entendido o erro.
    3. Porque ela queria que o tatu voltasse para a margem.
    4. Porque a coruja não sabia falar com os outros bichos.

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Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC). Base de dados: bncc.dev, mantido pela Profy, licença CC BY 4.0.