
Lenda do guaraná: leitura, reconto e preferências
Prova 10 questões 55 min
(EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade.
Leia a fábula.
O tatu apressado
Na beira do rio, morava um tatu que se gabava de cavar mais depressa do que qualquer bicho da mata.
— Em um minuto, faço uma toca nova! — dizia, estufando o peito.
Certa tarde, a coruja, que tudo observava do alto da paineira, avisou:
— Amigo tatu, as nuvens estão pesadas lá na serra. Logo o rio vai subir. Cave sua toca no alto do morro.
O tatu riu:
— Subir o morro? Que preguiça! Aqui a terra é mole e eu termino rapidinho.
E cavou a toca bem na margem, em poucos minutos. À noite, a chuva veio forte, o rio encheu e a água invadiu a toca. O tatu saiu correndo, molhado e tremendo, e só encontrou abrigo no oco de uma árvore, no alto do morro. Lá de cima, a coruja piscou para ele, sem dizer nada.
Moral: fazer depressa não é o mesmo que fazer bem.
Imagine que o tatu tivesse escutado o conselho da coruja. Reescreva o final da fábula a partir da fala "O tatu riu", contando o que aconteceria. Depois, crie uma nova moral para a sua versão.
Leia a fábula.
O tatu apressado
Na beira do rio, morava um tatu que se gabava de cavar mais depressa do que qualquer bicho da mata.
— Em um minuto, faço uma toca nova! — dizia, estufando o peito.
Certa tarde, a coruja, que tudo observava do alto da paineira, avisou:
— Amigo tatu, as nuvens estão pesadas lá na serra. Logo o rio vai subir. Cave sua toca no alto do morro.
O tatu riu:
— Subir o morro? Que preguiça! Aqui a terra é mole e eu termino rapidinho.
E cavou a toca bem na margem, em poucos minutos. À noite, a chuva veio forte, o rio encheu e a água invadiu a toca. O tatu saiu correndo, molhado e tremendo, e só encontrou abrigo no oco de uma árvore, no alto do morro. Lá de cima, a coruja piscou para ele, sem dizer nada.
Moral: fazer depressa não é o mesmo que fazer bem.
Avalie a afirmação: a resolução do conflito acontece quando o tatu encontra abrigo no alto do morro.
( ) Verdadeiro ( ) Falso
Leia a fábula.
O tatu apressado
Na beira do rio, morava um tatu que se gabava de cavar mais depressa do que qualquer bicho da mata.
— Em um minuto, faço uma toca nova! — dizia, estufando o peito.
Certa tarde, a coruja, que tudo observava do alto da paineira, avisou:
— Amigo tatu, as nuvens estão pesadas lá na serra. Logo o rio vai subir. Cave sua toca no alto do morro.
O tatu riu:
— Subir o morro? Que preguiça! Aqui a terra é mole e eu termino rapidinho.
E cavou a toca bem na margem, em poucos minutos. À noite, a chuva veio forte, o rio encheu e a água invadiu a toca. O tatu saiu correndo, molhado e tremendo, e só encontrou abrigo no oco de uma árvore, no alto do morro. Lá de cima, a coruja piscou para ele, sem dizer nada.
Moral: fazer depressa não é o mesmo que fazer bem.
A moral "fazer depressa não é o mesmo que fazer bem" quer dizer que:
Leia a fábula.
O tatu apressado
Na beira do rio, morava um tatu que se gabava de cavar mais depressa do que qualquer bicho da mata.
— Em um minuto, faço uma toca nova! — dizia, estufando o peito.
Certa tarde, a coruja, que tudo observava do alto da paineira, avisou:
— Amigo tatu, as nuvens estão pesadas lá na serra. Logo o rio vai subir. Cave sua toca no alto do morro.
O tatu riu:
— Subir o morro? Que preguiça! Aqui a terra é mole e eu termino rapidinho.
E cavou a toca bem na margem, em poucos minutos. À noite, a chuva veio forte, o rio encheu e a água invadiu a toca. O tatu saiu correndo, molhado e tremendo, e só encontrou abrigo no oco de uma árvore, no alto do morro. Lá de cima, a coruja piscou para ele, sem dizer nada.
Moral: fazer depressa não é o mesmo que fazer bem.
Por que a coruja "piscou para ele, sem dizer nada" no final?
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC). Base de dados: bncc.dev, mantido pela Profy, licença CC BY 4.0.