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Educação Física 3ª série Atividade

Jogos, esporte paralímpico e inclusão

Atividade com 10 questões sobre goalball, futebol de cegos, vôlei sentado, bocha paralímpica, jogos cooperativos, mancala, capacitismo e organização de um festival inclusivo.

  • 10 questões
  • cerca de 50 minutos

Educação Física, 3ª série: Jogos, esporte paralímpico e inclusão

  1. O goalball é uma modalidade paralímpica criada para pessoas com deficiência visual. Nela,

    1. uma equipe de onze atletas joga em campo de grama com bola comum.
    2. trios vendados arremessam uma bola com guizos para marcar gols.
    3. a bola é silenciosa, e os jogadores se orientam pela luz do ginásio.
    4. os atletas competem individualmente em provas de corrida de velocidade.
    5. os jogadores enxergam normalmente e usam raquetes para rebater a bola.
  2. No futebol de cegos (futebol de 5), os quatro jogadores de linha usam vendas, e a bola tem guizos. O goleiro, que enxerga, e um chamador atrás do gol adversário

    1. chutam a bola para os jogadores de linha em todas as jogadas.
    2. ajudam a orientar os jogadores por meio da voz, durante as jogadas.
    3. jogam vendados, como os outros atletas.
    4. são proibidos de falar durante toda a partida.
    5. decidem o resultado da partida no lugar do árbitro.
  3. No vôlei sentado, modalidade paralímpica, a rede é mais baixa e os atletas jogam sentados no chão. Uma regra característica dessa modalidade é que

    1. o atleta deve manter os glúteos em contato com o chão ao tocar a bola.
    2. é permitido segurar a bola com as mãos por até dez segundos.
    3. cada equipe joga com um único atleta em quadra.
    4. a bola tem guizos para orientar jogadores com deficiência visual.
    5. os jogadores podem ficar em pé para bloquear a bola na rede.
  4. A bocha paralímpica é disputada por atletas com deficiências que afetam muito a coordenação motora, como a paralisia cerebral. O objetivo do jogo é

    1. percorrer a maior distância possível no menor tempo.
    2. acertar a bola em uma cesta suspensa a três metros de altura.
    3. rebater a bola por cima de uma rede com raquetes.
    4. derrubar o adversário dentro de um círculo demarcado.
    5. lançar bolas o mais perto possível de uma bola-alvo branca.
  5. Em um jogo cooperativo, diferentemente de um jogo competitivo tradicional,

    1. o objetivo é derrotar o maior número possível de colegas.
    2. não há nenhuma regra, e cada um faz o que quiser.
    3. apenas o jogador mais habilidoso pode vencer a partida.
    4. a eliminação dos mais fracos é a principal regra do jogo.
    5. os participantes buscam um objetivo comum, e ninguém é eliminado.
  6. A turma vai jogar queimada, e um dos colegas é usuário de cadeira de rodas. Uma adaptação que promove a inclusão real é

    1. pedir que o colega espere no banco até o fim da aula.
    2. usar bola mais leve e combinar com o colega regras que valham para todos.
    3. manter as regras originais e deixar que ele participe só se conseguir acompanhar.
    4. criar um time só com o colega, contra todos os outros alunos.
    5. colocar o colega como juiz em todas as partidas, para que ele não precise jogar.
  7. A mancala é o nome de uma família de jogos de tabuleiro de origem africana, em que sementes ou pedrinhas são distribuídas em cavidades. Levar esse jogo para a escola

    1. valoriza saberes de matriz africana e desenvolve cálculo mental e estratégia.
    2. é inadequado, porque jogos de tabuleiro não fazem parte da cultura corporal.
    3. exige equipamentos eletrônicos caros e conexão com a internet.
    4. substitui todas as aulas práticas de esporte durante o ano.
    5. serve apenas para passar o tempo, sem nenhuma aprendizagem.
  8. Durante a aula, um estudante diz que não quer o colega com deficiência no seu time "porque ele vai atrapalhar". Essa fala é um exemplo de

    1. capacitismo, preconceito contra pessoas com deficiência.
    2. cooperação, já que o estudante pensa no desempenho do grupo.
    3. fair play, pois o estudante quer garantir um jogo mais justo.
    4. estratégia de jogo, comum em qualquer esporte coletivo.
    5. opinião neutra, sem nenhuma relação com preconceito.
  9. A turma quer organizar um festival de jogos inclusivos para toda a escola. O planejamento mais adequado começa por

    1. convidar somente as turmas que têm alunos mais habilidosos.
    2. escolher apenas esportes de alto rendimento, para mostrar os melhores atletas.
    3. definir as regras sem consultar ninguém, para ganhar tempo.
    4. organizar competições eliminatórias, em que os perdedores saem do festival.
    5. ouvir os estudantes com deficiência e escolher jogos adaptáveis.
  10. Escolha um jogo popular (como pega-pega, queimada, bets ou corrida de revezamento) e proponha uma adaptação para que um colega com deficiência visual possa participar com autonomia e desafio. Descreva: as mudanças nas regras, nos materiais e no espaço; e como você verificaria se a adaptação funcionou para todos.

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