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Ensino Religioso 9º ano Atividade

Vida e morte nas tradições religiosas

Atividade com 10 questões sobre concepções de vida e morte em diferentes tradições, ritos fúnebres, mitos fundantes e as ideias de ressurreição, reencarnação e ancestralidade.

  • 10 questões
  • cerca de 45 minutos

Ensino Religioso, 9º ano: Vida e morte nas tradições religiosas

  1. Os ritos fúnebres (as cerimônias realizadas quando alguém morre) são importantes para o estudo das tradições religiosas porque:

    1. expressam as concepções de cada tradição sobre a vida, a morte e o que vem depois
    2. foram criados recentemente e não têm relação com crenças antigas
    3. são iguais em todas as culturas e não mudaram em nada ao longo de toda a história humana
    4. servem apenas para cumprir uma exigência das leis de trânsito
  2. No Hinduísmo, é comum a cremação do corpo, e muitas famílias depositam as cinzas em rios considerados sagrados, como o Ganges. Essa prática está ligada à crença:

    1. de que os mortos devem ser enterrados com todos os seus bens
    2. de que a vida termina completamente e não existe nada após a morte
    3. na reencarnação, isto é, no renascimento da alma em novos corpos
    4. de que todos os mortos ressuscitarão no mesmo dia em Jerusalém
  3. No Judaísmo, após o sepultamento, a família costuma cumprir a shivá, que consiste em:

    1. uma viagem obrigatória ao Ganges para depositar as cinzas
    2. sete dias de luto em casa, recebendo visitas e orações da comunidade
    3. uma grande festa com fogos de artifício no dia seguinte ao enterro
    4. um jejum de quarenta dias realizado apenas pelas crianças
  4. No Islamismo, o sepultamento costuma ocorrer o mais rápido possível, com o corpo envolto em tecido branco simples e posicionado voltado para Meca. Esses gestos expressam:

    1. a crença de que o morto reencarnará como um animal no dia seguinte
    2. o desejo de mostrar a riqueza da família por meio de roupas luxuosas
    3. a ideia de que a morte não tem nenhum significado religioso
    4. a igualdade de todos diante de Deus e a esperança na vida após a morte
  5. A crença de que o espírito retorna em novas existências corporais para evoluir moral e intelectualmente é central no:

    1. Cristianismo católico
    2. Espiritismo
    3. Islamismo
    4. Judaísmo
  6. Em muitas tradições africanas e afro-brasileiras, como no Candomblé, os antepassados continuam presentes na vida da comunidade e são lembrados e homenageados em rituais. Essa concepção é chamada de:

    1. ressurreição
    2. transmigração
    3. reencarnação
    4. ancestralidade
  7. Os povos do Alto Xingu realizam o Kuarup, ritual em homenagem a pessoas importantes que morreram. Troncos de madeira enfeitados representam os mortos, e o ritual remete a uma narrativa na qual um criador transformou troncos em pessoas. Esse exemplo mostra que:

    1. um mito fundante pode dar sentido à vida e à morte de uma comunidade
    2. os povos do Xingu não dão importância à memória de seus mortos
    3. o ritual foi criado por missionários europeus no século XX
    4. a morte é vista apenas como fim, sem nenhuma celebração
  8. No Dia de Finados, no Brasil, muitas famílias visitam cemitérios e levam flores e velas. No México, no Dia dos Mortos, famílias montam altares com fotografias, flores e comidas preferidas de quem morreu. Essas práticas têm em comum:

    1. o cultivo da memória dos que morreram e a manutenção dos laços familiares
    2. a crença de que os mortos voltam para cobrar dívidas
    3. a obrigação de esquecer o passado para seguir em frente sem lembrar os que partiram
    4. a proibição de lembrar as pessoas que já morreram
  9. Todas as tradições religiosas acreditam na reencarnação.

    (   ) Verdadeiro   (   ) Falso

  10. Compare dois ritos fúnebres estudados na atividade. Explique o que cada um revela sobre a concepção de vida e morte da tradição a que pertence.

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