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Arte 6º ano Atividade

Dança: do gesto cotidiano à criação coletiva

Atividade com 9 questões para o 6º ano sobre movimento cotidiano e dançado, a passagem do balé à dança moderna e contemporânea, improvisação e criação a partir de danças coletivas.

  • 9 questões
  • cerca de 50 minutos

Arte, 6º ano: Dança: do gesto cotidiano à criação coletiva

  1. Escovar os dentes, acenar e varrer são movimentos cotidianos. Na dança contemporânea, coreógrafos às vezes transformam gestos como esses em dança. Para isso, eles costumam:

    1. mudar a velocidade, o tamanho e a repetição dos gestos
    2. copiar os gestos exatamente como acontecem em casa, sem mudar
    3. trocar os gestos por passos fixos do balé clássico
    4. evitar qualquer gesto que pareça comum demais
  2. O balé clássico, desenvolvido nas cortes europeias, valoriza sapatilhas de ponta, saltos e postura ereta. No início do século XX, a dançarina estadunidense Isadora Duncan passou a dançar descalça, com túnicas soltas e movimentos inspirados na natureza. Essa mudança indica:

    1. a volta às regras mais rígidas do balé das cortes europeias
    2. o fim da dança como forma de expressão artística
    3. a busca de movimentos mais livres, base da dança moderna
    4. a criação de uma dança só para competições
  3. Na dança contemporânea, é comum:

    1. seguir só as posições fixas do balé
    2. proibir movimentos no plano baixo
    3. dançar apenas histórias de contos de fadas
    4. usar quedas, rolamentos e gestos cotidianos
  4. Em um exercício de improvisação, a professora pede que cada aluno dance como se estivesse dentro de uma bolha de sabão. O objetivo principal desse exercício é:

    1. explorar movimentos novos a partir de uma imagem
    2. decorar uma coreografia pronta
    3. competir para ver quem dança melhor e ganha o prêmio
    4. repetir os passos do colega ao lado
  5. Depois de improvisar, o grupo escolheu os três movimentos de que mais gostou, repetiu-os e organizou-os em uma sequência. Esse procedimento serve para:

    1. apagar tudo o que foi improvisado e recomeçar do zero
    2. deixar a dança sempre diferente, sem nenhuma ordem
    3. provar que a improvisação não serve para criar dança
    4. transformar o improviso numa composição repetível
  6. Quadrilha junina, toré indígena e ciranda são danças coletivas. Um grupo vai criar uma dança autoral usando essas práticas como referência. Qual escolha é mais adequada?

    1. imitar o toré como uma fantasia engraçada, sem pesquisar o que ele significa
    2. copiar uma das danças inteira e dizer que foi criação do grupo
    3. pesquisar a origem e os sentidos de cada dança antes de escolher elementos
    4. evitar qualquer dança de outras culturas para não ter trabalho
  7. Um grupo quer criar uma dança inspirada na brincadeira de pular elástico. Qual procedimento é mais adequado?

    1. proibir saltos, porque não são passos de dança
    2. jogar elástico sem música, do jeito de sempre, e chamar de coreografia
    3. selecionar os saltos da brincadeira e organizá-los com música
    4. trocar a brincadeira por passos de balé clássico
  8. Na improvisação em dança, não existe nenhuma proposta ou regra: cada um faz qualquer coisa.

    (   ) Verdadeiro   (   ) Falso

  9. Escolha três gestos do seu cotidiano. Transforme-os em uma sequência de dança de 8 tempos. Descreva cada gesto original e o que você mudou nele (velocidade, tamanho, plano, direção ou repetição). Depois, ensine a sequência a um colega.

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