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História 7º ano Atividade

Absolutismo e formação das monarquias nacionais

Atividade com 9 questões sobre a centralização do poder nas monarquias europeias, a aliança entre reis e burguesia, Portugal e Espanha, Luís XIV e os teóricos do absolutismo.

  • 9 questões
  • cerca de 45 minutos

História, 7º ano: Absolutismo e formação das monarquias nacionais

  1. Na formação das monarquias nacionais europeias, entre os séculos XIV e XVII, ocorreu:

    1. a centralização do poder nas mãos do rei, com exército e impostos
    2. a divisão do território em feudos totalmente independentes do rei
    3. a escolha dos reis por eleições com voto de todos os moradores
    4. o desaparecimento da nobreza e da Igreja na vida política
  2. Muitos burgueses apoiaram o fortalecimento do poder dos reis. Qual era o principal interesse da burguesia nessa aliança?

    1. Ter moedas e medidas padronizadas e pagar menos taxas feudais
    2. Impedir o comércio com outros reinos e com o Oriente
    3. Acabar com a cobrança de qualquer imposto pelo rei
    4. Recuperar o poder dos senhores feudais sobre as cidades
  3. Portugal foi um dos primeiros reinos europeus a centralizar o poder. A Revolução de Avis (1383-1385), que levou D. João I ao trono com o apoio de comerciantes de Lisboa e do Porto, contribuiu para:

    1. acabar com o comércio marítimo português
    2. fortalecer o poder do rei e favorecer a expansão marítima portuguesa
    3. dividir Portugal em vários reinos independentes
    4. unir Portugal e Espanha sob um mesmo rei, que governaria os dois reinos para sempre
  4. A unificação da Espanha está ligada ao casamento de Fernando de Aragão e Isabel de Castela e à tomada de Granada, em 1492. Granada era:

    1. a cidade alemã onde Lutero divulgou suas 95 teses
    2. a capital do Império Asteca, no centro do atual México
    3. o último território governado por muçulmanos na Península Ibérica
    4. uma colônia portuguesa no norte da África, perto da cidade de Ceuta
  5. O rei francês Luís XIV (1643-1715), conhecido como Rei Sol, transformou o palácio de Versalhes no centro da corte. A frase "O Estado sou eu", atribuída a ele, expressa:

    1. a decisão do rei de abdicar em favor de uma república
    2. a divisão do poder entre o rei, o Parlamento eleito e os juízes independentes
    3. a submissão do rei às decisões do papa em Roma
    4. a ideia de que o poder do Estado estava concentrado na figura do rei
  6. O bispo francês Jacques Bossuet defendia que o rei recebia seu poder diretamente de Deus e só a Ele devia prestar contas. Essa ideia é conhecida como:

    1. teoria da soberania popular
    2. teoria do heliocentrismo
    3. teoria do direito divino dos reis
    4. teoria da separação dos três poderes
  7. O inglês Thomas Hobbes, em sua obra Leviatã (1651), defendeu que, sem um governo forte:

    1. as pessoas viveriam em conflito, por isso deveriam entregar o poder a um soberano
    2. todos viveriam em paz e harmonia, sem nenhuma necessidade de leis ou de reis
    3. o papa deveria governar diretamente todos os reinos cristãos da Europa
    4. o poder deveria ser dividido entre milhares de senhores feudais independentes
  8. No livro O Príncipe, o florentino Nicolau Maquiavel defendeu que o governante deveria:

    1. obedecer sempre ao Senado romano e aos cônsules
    2. agir com realismo para conquistar e manter o poder
    3. abrir mão do poder sempre que o povo pedisse
    4. governar apenas por meio de sorteios e adivinhações
  9. Explique por que a centralização do poder interessava tanto aos reis quanto à burguesia na formação das monarquias nacionais.

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